Tratamento cirúrgico de re-ruptura crônica do peitoral maior com enxerto autólogo de tendões flexores

Autores

  • André Leonardo Nogueira Farias Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0002-3194-8828
  • Miguel Pereira da da Costa Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Romulo Brasil Filho Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Antonio Carlos Tenor Junior Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0001-8601-4734

DOI:

https://doi.org/10.61443/rto.v25i3.489

Palavras-chave:

ruptura/cirurgia, enxerto autólogo, músculos peitorais, procedimentos cirúrgicos reconstrutivos

Resumo

A ruptura do músculo peitoral maior é uma lesão rara, geralmente associada a esforços excêntricos durante atividades físicas. Casos crônicos, em especial as re-rupturas após reparo cirúrgico prévio, representam um desafio técnico considerável devido à retração tendínea e degeneração do tecido. O objetivo deste trabalho é relatar um caso de re-ruptura crônica do peitoral maior tratado por meio de reconstrução com enxerto autólogo de tendões isquiotibiais. O paciente, homem de 37 anos, evoluiu com deformidade estética e perda de força seis meses após reparo primário malsucedido. A técnica consistiu na coleta de tendões flexores do joelho e fixação no úmero com botões unicorticais. Alternativas descritas na literatura incluem reparo direto em casos agudos, uso de enxertos alógenos como tendão de Aquiles e enxertos dérmicos em situações crônicas. A reconstrução com enxerto autólogo mostrou-se eficaz, com restauração funcional e resultado estético satisfatório.

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Publicado

2025-09-01

Como Citar

1.
Farias ALN, da Costa MP da, Filho RB, Tenor Junior AC. Tratamento cirúrgico de re-ruptura crônica do peitoral maior com enxerto autólogo de tendões flexores. RTO [Internet]. 1º de setembro de 2025 [citado 30º de abril de 2026];25(3):16-20. Disponível em: https://rto.emnuvens.com.br/revista/article/view/489